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Nazareth Ribeiro

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quarta-feira, 20 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012


Vc sabia que para anular uma coisa negativa vc precisa de 3 coisas positivas? (Razão Losada)
Então se vc quer buscar sua felicidade não foque no problema, pense nas coisas boas que vc tem!
Faça uma lista das coisas que vc tem de bom, assim vc terá uma visão das coisas que vc tem a agradecer!
Esta é uma dica de hoje desejando a todos um bom dia!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Provas escolares devem ser feitas em sala separada

Estudantes com TDAH devem assistir às aulas normalmente com colegas, mas precisam de algumas atenções especiais. Provas, por exemplo, habitualmente são feitas em sala separada, pois ver os colegas entregando a avaliação antes mesmo que ele comece a responder geralmente faz com que o aluno com TDAH entregue sua prova também, mas com tudo em branco.


A diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra, diz que, em 2008, o ministério fez um grupo de trabalho com representantes da sociedade que elaborou diretrizes para ensino de alunos com TDAH e outros transtornos. O documento final foi encaminhado às secretarias de Educação de todo o país.


— A orientação é garantir a todos o acesso à aprendizagem, sem estigmatizar ninguém e colocando as famílias dentro do processo, mas lembrando que questões clínicas cabem às políticas de saúde, e não à educação — adverte Martinha.


A presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pacios, acrescenta que cada escola tem uma forma de atender.


— A lei garante diferenciação na proposta pedagógica de cada instituição de ensino. Para quem tem TDAH, pode-se disponibilizar um "ledor" ou até alguém que escreva. 


A escola pode pedir à família que envie acompanhante, já que muitas crianças assim sentem necessidade de sair de sala a cada 15 minutos — diz Amábile.


Segundo ela, todas as escolas brasileiras têm condição de dar o suporte necessário aos alunos com TDAH. Não é o que pensa Luis Claudio Megiorin, coordenador da Confederação Nacional das Associações de Pais e Alunos.


— Muitas escolas dizem que fazem educação inclusiva, mas não têm especialistas, não têm assistência pedagógica, não investem nessa área. Outras vão levando de forma meio improvisada, no estilo "ok, deixa ele aí". Queremos inclusão de forma técnica, responsável — reivindica Megiorin.




Jornal do Senado
(Reprodução autorizada mediante citação do Jornal do Senado)